domingo, 22 de abril de 2012

Compartilhando a esposa: BUNDA FAMINTA ENTRE CAMINHONEIROS

Compartilhando a esposa: BUNDA FAMINTA ENTRE CAMINHONEIROS: Dizem que alguns tipos masculinos atiçam a imaginação e fantasia femininas. Coisas do tipo, militar fardado, homens rudes, trabalhador...

Ela foi muito bem enrabada



Há um ano e meio com o meu absoluto consentimento vem se tornando uma puta cada vez mais imoral e safada! Durante esse período a safada já fez sexo com 32 homens diferentes com idade entre 27 e 53 anos e dos mais variados tipos físicos e etnias. Eu sempre fotografo as fodas delas com os machos que a fodem para poder ficar me masturbando depois. A minha adora puta desde que começou a foder com outros machos só me deixa fazer amor com ela uma vez por mês e não me deixa gozar, quando ela sente que estou perto de gozar ela interrompe a transa. Não vou negar, essa é a parte mais difícil, frustração de não poder gozar me deixa completamente arrasado! Eu choro feito uma criança. Mas depois que me acalmo ela me estimula a ver as fotos dela fodendo com os machos e me incita dizendo como ela gostou de como cada um deles fodeu ela e de como ela gosta de me ver assistindo as trepadas dela com os machos enquanto me masturbo... Já que o negocio aqui é confessar, eu hoje bato muito mais punheta do que batia quando era adolescente ou solteiro! A minha esposa puta que eu tanto amo esta sempre me estimulando a me masturbar, diz que eu só sirvo pra isso, que sou o corno punheteiro dela e isso é verdade! Eu virei mesmo um corno punheteiro! Mas espero ansioso pelo dia que ela vai me deixar gozar dentro da sua buceta e do seu cu gostoso outra vez e que hoje ela só deixa, com camisinha é claro, os outros machos esporrarem a vontade! Aproveitamos a sexta-feira a noite para sair, fomos a uma casa de show e lá peles tantas ela já tinha arrumado um cara, que ela como sempre me apresenta e eu trato logo de tranquilizar o sujeito. Quando ela e ele, depois de dançar muito e de muito amasso, já não estavam se aguentando mais de vontade de foder me chamaram para ir embora, baguei as despesas e saímos. Ele também estava de carro, então ela foi com ele e eu fui seguindo os dois no nosso carro. Há um ano nós alugamos um quitinete próximo ao centro da cidade em que moramos, que por ser em uma área comercial, à noite/madrugada fica completamente deserta, garantindo assim a nossa completa privacidade dos olhares da nossa familia (filhos), visinhos e parentes. Esse sujeito é do tipo tarado por bunda! Ele fodeu a buceta dela e também meteu na boca dela, mas o que ele mais fez foi meter no cu da minha esposa puta! Poucas vezes ela foi tão bem enrabada! Eu excitadíssimo com toda aquela disposição dele de foder o cu da minha esposa também bati muita punheta! No fim estávamos todos exaustos e enquanto minha esposa e ele dormiram na cama de casal eu me ajeitei no sofá, acordamos pouco depois do meio-dia, ele deu mais boa uma foda com minha esposa puta e depois os levei para almoçar. Depois do almoço ele foi embora e nós voltamos aqui pra casa. Eu cada dia mais tenho a certeza que hoje nós somos um casal muito mais feliz e nos amamos muito mais do que como eramos antes de eu me tornar um corno punheteiro manso e minha amada esposa um puta safada! Um abraço e até qualquer dia destes.

quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

minha esposa me obrigou a ser corno

No inicio de relação eu sempre satisfazia Andréia muito bem, mas com o passar do tempo ela começou a falar que nossas transas estavam repetitivas e que precisava de algo diferente.

Ela com seu sorriso de menina e corpaço de mulher debochava de mim dizendo:

- Amor, você não consegue mais dar conta de mim? Vamos ter que arrumar alguém pra fazer o serviço.

E hoje, com mais de cinco anos de casado ficou difícil de satisfazer a minha esposa, e ela começou a dizer que eu não a satisfazia mais e que ela já não conseguia chegar mais ao orgasmo fazia um tempo e que precisávamos arrumar uma solução para isso.

Assim como as mulheres de sua família, Andréia é exagerada: pra rir, pra transar; tem duas irmãs: Cláudia, 32, baladeira convicta e Patrícia, 36, casada. Ela por ser caçula sempre teve todos os mimos, e confidenciava com as irmãs sobre suas/minhas dificuldades, as quais freqüentemente eu escutava, Patrícia, mais experiente dizia que Andréia devia seguir seu exemplo: casada com Alfredo, dominava a relação corneando o pobre de todo jeito, aliás, só o chamava nas conversas de corno, meu corninho, que homem que não dá no couro tem mesmo é que ser touro, e por aí vai.



Andréia ficava pensativa e à noite começou a me questionar:

- Amor, você ainda me ama? Eu entendo suas dificuldades para me satisfazer, mas preciso que você entenda que eu sou uma mulher jovem com necessidades e desejos; você já não dá conta de satisfazer esses desejos! Eu preciso me sentir mulher, fêmea, preenchida, entende? Se você me ama não é justo que continuemos assim não acha? Eu saía puto, mas no fundo sabia que ela tinha razão e que seria uma questão de tempo para eu perder a exclusividade; mas fui protelando o máximo que pude, e negando que já não era mais um macho à sua altura na cama.

Andréia, minha esposa ficava cada vez mais impaciente com a nossa situação, e essa pressão psicológica fazia com que meu desempenho sexual piorasse a cada dia. As piadinhas tornaram-se constantes, do tipo “quem não dá assistência abre as portas para a concorrência!”, “deixa usar: lavou tá novo!” Era uma tortura.

Patrícia, que sempre a protegia por ser a irmã mais velha, me provocava:

- E aí cunhadinho?Já mandou fazer a carteirinha?

– Pra quê?

- Ora, é só uma questão de tempo prá você entrar pro clube do Alfredo! Não tem mais volta, do jeito que a Andréia tá… Você já tá conformado?

– Como assim? Que clube Patrícia?

– Ora Paulo, não se faça de desentendido: o clube dos cornos é claro! A Andréia está subindo pelas paredes, quanto tempo você acha que ela ainda vai resistir ao assédio na rua? Você vai ter que fazer um acordo logo, logo. Mostre que você a ama, libere logo para ela ser feliz e você voltar a ter paz. Comigo e Alfredo dá super certo: assim como você ele também deixou de atender as minhas necessidades de mulher e fizemos um acordo: eu saio prá caçar, devoro meus machos e me satisfaço; ele sempre me espera e pede pra contar os detalhes, como fui comida, o tamanho do pau, se o cara era bem dotado.

Somos adultos né? Eu fico feliz e faço-o feliz em todos os outros aspectos. Eu cada vez mais satisfeita e ele cada vez mais submisso; fazer o que né? Marido nasceu pra isso, você vai acabar aceitando também, não tem outro jeito, se você quiser, eu posso ajudar nessa fase de transição.

- Ajudar? Como assim Patrícia? Ajudar como?

- Presta atenção Paulo: sexualmente falando existem três tipos de pessoas:

As esposas insatisfeitas, os amantes (comedores de esposas) e os cornos. Eu posso ajudar promovendo a iniciação da Andréia com o Mário; apesar de jovem já é bem experiente na cama, bem dotado e ele está à procura de um novo casal para comer. Afinal se a esposa não sente mais prazer com o marido na cama, o marido tem mais a obrigação de liberar mesmo não é? Que você acha?

Fiquei calado, perplexo com a naturalidade com que a minha cunhada falava nesses assuntos. Estávamos fazendo um churrasco em casa e nesse momento Andréia me chamou. Quando cheguei perto ela me falou no ouvido:

- E aí querido: tá preparado? Minha irmã foi convincente nos argumentos?

Parecia um complô, tudo conspirava para que eu aceitasse minha cornitude.

– Eu começava a ceder à idéia, me sentia humilhado, o cerco se fechava e minha masculinidade ia sendo gradativamente quebrada.

A pressão agora era insuportável e vinha de todos os lados. Eu, me sentindo cercado. De um lado a mulher que eu amava e que não era mais homem suficiente para apagar todo aquele fogo; de outro um enorme sentimento de submissão que não parava de crescer dentro de mim. Estava sentindo que aos poucos estava começando a nascer um corno dentro de mim.

Para completar um verdadeiro complô das duas irmãs, igualmente taradas que eu não podia proibir de entrar em nossa casa.

As conversas agora eram abertas entre elas, do tipo:

Cláudia – e aí maninha, já inaugurou o chifre do maridão? rsrs…

Andréia – ainda não, tá quase! Ele tá resistindo como pode, mas é questão de tempo: mais dia menos dia vai ser corno!

Eu ficava indignado ao ouvir, mas sabia que no fundo ela tinha razão, o que confirmei em outra conversa:

Patrícia – então: o Alfredo vai demorar muito ainda pra ter um novo colega de clube? rsrs…

Desse modo Andréia contava com todo apoio possível e eu com uma psicóloga, que para resumir me disse mais ou menos o seguinte:

- Paulo, esta situação é mais comum do que você pensa: a mulher, quando cansa de transar com o marido, passa a sentir necessidade de transar com outros homens. Já o marido, começa a aceitar que quem manda na cama é a esposa e os amantes dela. Com o tempo o marido começa a sentir excitação só em pensar em ter outro homem na cama do casal, entende? Se você a ama e quer continuar com ela terá que fazer um tipo de acordo…

- Como assim? Acordo?

- É. Tenha uma conversa franca com ela, diga que a ama e que fará todo o necessário para obedecê-la e ajudá-la a satisfazer os desejos e as necessidades dela, e ela o amará ainda mais. Ou seja, resolva você antes que ela mesma o faça.

- Quer dizer que não tenho escolha então?

- Não, todo marido nasceu para ser corno, é só questão de tempo.

Tive que admitir que eu não pensasse nisso, de forma que não me restava outro caminho.

Aquela noite foi um divisor de águas para nós; na cama, mais uma vez eu me esforçava prá satisfazer Andréia, mas não conseguia, ela não gozava mais como antes. A frustração dela aumentava meu sentimento de culpa.

- Andréia, meu amor, não agüento mais isso, ver você assim…

- Nem eu meu amor, mas não quero te magoar. Você precisa entender, a vida é feita de ciclos, temos que passar pra outra etapa agora e esta próxima etapa é a etapa onde o marido vira um corno manso e submisso.

- Eu estou vendo uma psicóloga por isso e contei a ela toda a nossa situação.

- E o que ela disse?

- Que eu deveria assumir um novo papel no nosso relacionamento, e ajudar você a se liberar.

- Um novo papel? Perguntou com um brilho nos olhos.

E ali, na penumbra do nosso quarto, no calor da cama, eu envergonhado, falei:

- Sim, ser um marido corno.

- E o que você está achando disto amor? Perguntou ela novamente.

E eu respondi:

- Tenho que assumir que estou ficando excitado com a idéia.

Andréia já tinha se orientado bastante com a Cláudia e Patrícia, e mostrou estar preparada para aquele momento tão aguardado:

- Amor se vamos fazer isso, tem que ser bem feito concorda? Nada de meias palavras, certo? Nada escondido!

- Fale com todas as letras. Qual vai ser teu papel daqui pra frente?

– Fala! Disse em tom imperativo: – corno… falei baixinho.

– Eu não ouvi Paulo, repete! – CORNO, amor, PAPEL DE CORNO.

– Olha, é importante que não paire nenhuma dúvida quanto a este ato, então eu quero que você repita prá mim bem devagar: eu quero ser teu corno amor. – repete Paulo!

– Eu quero ser teu CORNO amor.

Satisfeita me deu um beijo e virou-se pra dormir satisfeita.

Bem, no dia seguinte ficou bem claro que nosso casamento mudaria de vez, eu não sabia ainda se prá melhor ou não, mas isso só o tempo iria dizer…Andréia, como era de se esperar acordou super bem disposta, me trazendo café na cama; me beijou carinhosamente e disse:

- Amor, hoje é um dia especial para nós! Eu estive pensando e não quero que você seja assim, tipo, um corno ateu, Patrícia vai nos ajudar e hoje à noite você poderá ver que vai ser só sexo, você vai continuar a ser o homem da minha vida, só não será mais o homem que vai me comer.

Confesso que isso tudo ainda me chocava um pouco, mexia com meu orgulho de macho, mas estava ficando com muito tesão.

– O que é corno ateu Andréia? Ora amor é aquele que é e não acredita entendeu? – e como vai ser isso Andréia? – Fica tranqüilo que nós já pensamos em tudo:

Hoje à noite o Mário vem aqui em casa. A Patrícia já comentou sobre o Mário lembra?

Sim, eu me lembro: é o garanhão, bem dotado, comedor de esposas né?

– Isso, isso, disse ela com volúpia.

– Não precisa me humilhar assim também né amor? Nesse momento Andréia mudou sua fisionomia, e prá deixar bem claro quem mandaria dali pra frente disse:

- Olha Paulo, você é corno e corno tem é mais que ser humilhado mesmo. Só para você saber: Alfredo tentou resistir à idéia de ser corno e Patrícia teve que, digamos assim, apelar; você está sendo mais inteligente e não me obrigou a fazer isso; iríamos chegar ao mesmo ponto, só que de outras maneiras, como Patrícia fez.

Minha curiosidade agora era grande:

- Como assim, o que a Patrícia fez com o Alfredo?

– Bem, rolou de tudo, ela tentou conversar ele não aceitou; aí, ela colocou um cinto de castidade nele e deixou-o sem sexo por três meses, e ele ficou em jejum mesmo, porque com o cinto de castidade ele nem conseguia se masturbar para tentar se aliviar foram três meses sem ter um orgasmo. E neste período ela ficava provocando, usando mini saias, calcinhas minúsculas, se masturbando na frente dele. Ele tava babando já… Até que um dia ela estava de bruços, de lingerie preto, fingindo dormir e sentiu ele atrás dela, cheirando sua bunda, virou e disse que agora ele só ia cheirar mesmo, comer não. Ele quase chorou, implorou para comê-la e aí ela sentiu que ele tava pronto para comer na mão dela, e disse:

- Tá preparado para ser corno então? Tá pronto?

E ele disse: – Tá bem, tá bem, eu tenho escolha?

E ela respondeu:

– Tem: ser corno sem saber ou manso submisso. Você prefere ser o que? E ele aceitou a ser corno manso e submisso.

Depois que a Andréia terminou de contar como a irmã dela fez para convencer o marido a virar corno, ela virou para mim e disse com tom autoritário:

- Ajoelha corno!

– O quê?

– Você ouviu: vai ser do meu jeito, é pegar ou largar! Ajoelha corno!

- Que é isso amor?

Andréia estava só de calcinha e me ordenou que a tirasse; logo depois puxou a minha cabeça de encontro e falou:

- olha bem pra minha bucetinha, porque ela vai ficar bem larga daqui há pouco tempo; e pra alimentar corno manso nada melhor que tomar leite da gruta!

- Como assim Andréia?

- É o seguinte: hoje eu vou inaugurar teu chifre e você vai ficar só assistindo e quando eu terminar você vai limpar todo o esperma depositado pelo meu amante dentro de mim, mas vai limpar com a língua, entendeu?

E depois como prêmio por você ter aceitado virar corno manso, vou deixar você me comer só prá você ver como meu amante me arrombou, mas será a última vez que você vai me comer. Entendeu bem?

– Sim amor…

À noite, Andréia estava deslumbrante, com um espartilho e uma cinta-liga.

Patrícia apresentou o Mário para minha esposa e disse que o Mário já estava por dentro da situação e sábia que eu estava disposto a virar um corno manso e submisso. Logo depois ela foi embora.

Os dois começaram a se beijar imediatamente e ele mostrou que fazia jus à sua fama de comedor: alisou lentamente a bunda de Andréia, com a certeza de quem sabia que seria o possuidor legítimo daquela mulher; ela baixou a calça do Mário e os olhos de Andréia brilharam e ela disse:

- Amor pena que você não tem um desses hein, e passou a mão suavemente sobre o pênis do Mário.

Eu fiquei admirado com o pênis do Mário e fiquei pensativo: ela iria agüentar aquilo tudo? Pois eu não era bem dotado e ele devia ter uns 23 cm de pênis rijo para devorá-la, era muito grande mesmo.

Ela dizia:

- Olha que caralho gostoso, olha corno! E ficava punhetando o Mário que já soltava gemidos.

Foi então que ela olhando pra mim com cara de puta encostou o Mário na parede e ajoelhou-se à sua frente, deixando-me com a visão de seu rabo descomunal tapado pela minúscula calcinha. Em poucos segundo ela já enfiava toda a rola do Mário em sua boca.

Depois Mário colocou-a na beira da cama e passou a pincelar sua buceta com aquela cacetão; a buceta de Andréia pingava, pedindo vara.

Mário não se fez de rogado e afundou a pica em minha mulher, que desavergonhadamente gemia e gritava sem se importar com a minha presença.

Andréia estava no céu, ela gozou várias vezes, eu nunca a vira assim, já fazia muito tempo que eu não era capaz de proporcionar-lhe tanto prazer.

Depois de bombar bastante a minha esposa o Mário se virou e disparou a seguinte frase:

- Acho que seu corno esta com inveja.

– De quem? De mim ou de você? Perguntou Andréia. E os dois riram muito.

Ele começou então a foder com força e violência a vagina dela. Minha esposa urrrava e gozava no pênis do Mário; ela estava sendo literalmente arrombada e gritava a cada estocada daquele homem, até que ele gozou dentro dela, ele tirou o cacete e eu pude ver a vagina dela completamente arrombada.

Ela levantou um pouco o quadril para não deixar escorrer o esperma do Mário, olhou para mim e disse:

- Vem aqui meu amorzinho, vem lamber a bucetinha da sua mulher e limpar toda a sujeira que meu amante fez, vem lamber a sua putinha vem.

Eu fui e comecei a lamber a buceta dela completamente lambuzada de esperma, comecei a sentir o sabor dela misturado com o sabor do esperma de outro homem. Mas tenho que confessar que eu gostei da situação.

Ela percebeu então me disse:

- Gostou meu corninho de sentir o sabor de porra de outro macho na minha bucetinha? Eu quero que você me deixe limpa por que eu quero transar mais com ele.

Eu tive que chupar a vagina da minha esposa toda lambuzada de porra e deixá-la limpinha e ela gozou com as minhas lambidas.

Ela depois transou a noite toda com ele e de todas as formas possíveis e depois que ele gozava eu tinha que chupar a vagina e o cuzinho da minha esposa todo gozado.

Depois que o Mário foi embora, fui tomar um banho eu fui para o quarto e logo depois ela também tomou o seu e veio deitar perto de mim me abraçou e disse:

- Não fique assim, eu só fiz isso por que eu precisava de um homem de verdade e sabia que você iria adorar e sempre foi a minha fantasia ser possuída por outro homem com você assistindo. Eu ainda amo você e muito, mas quero que você entenda que chega um momento na no casamento que o marido precisa ser corno, e eu sempre preferi fazer isso sem esconder de você.

Depois disso, ela me beijou e transamos e no final gozei bem gostoso. Assim que acabamos ela disse:

- Eu gostei de transar com o Mário, vou querer mais vezes, mas agora eu quero transar com uns quatro homens ao mesmo tempo. Você sabe que seu pauzinho não me satisfaz há muito tempo, né amor?

Depois deste dia, minha esposa não parou mais de me colocar chifres e eu virei um corno manso e submisso.

quinta-feira, 6 de outubro de 2011

Mulher de corno esculachada



Isso que é comedor, manda recado pro corno pela esposa dele, ainda posta fotos da safada na internet, nossa como sou feliz, ao receber estes recadinhos que minha vadia me traz

quarta-feira, 27 de abril de 2011

recadinhos do COMEDOR



Delicia , quando um corno recebe o devido o devido respeito....

terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

Minha esposa pra galera da obra

Fiz que estava quase dormindo e ela falando que queria gozar, brincava
com ela mas não deixava chegar aos finalmente. Já deveriam ser umas sete
da manhã quando ela pegou no sono e peladinha como eu queria.. A virei
de bruços e coloquei um travesseiro por baixo dela fazendo-a empinar
ainda mais sua bundinha maravilhosa. Abri bem as pernas e tirei o lençol
da cama deixando-a toda exposta. Mudei a roupa e corri para a obra onde
encontrei os dois operários , mesmo antes do combinado. Chamei-os a
entrar no prédio e subimos o elevador, a medida que chegávamos ao
apartamento, meu coração parecia que ia explodir. Entramos e para a
surpresa deles, viram que era o mesmo apartamento que pegavam o lance
todo dia. Começaram a cochichar entre si . Expliquei que eu trabalhava a
semana toda viajando e só vinha no final de semana e que minha mulher
estava querendo mudar algumas coisas na sala, cozinha,quartos etc e que
eu faria isso ´para compensá-la pela minha ausência. Eles sentaram na
sala e eu entrei para ver como estava a Bia. Maravilhosamente estática
com aquela bunda entreaberta podendo-se ver o cuzinho rosado e logo
abaixo aquela boceta deliciosa ainda pingando de tesão. Encostei a porta
de forma que ficasse uns dois dedos aberta e saí. Voltei a sala e e
comecei mostrando a cozinha e pedindo para que eles analisassem os
paredes e eletricidade , para me darem sugestões , na reforma. Quando
ainda estávamos na cozinha, fiz meu cel tocar com o despertador e o
atendi como se fosse uma ligação. Falei durante alguns minutos e falei
para os dois continuarem a inspeção que eu sairia e voltaria em 15
minutos. Eles falaram que voltariam depois mas eu disse que não , que
depois eu teria que sair. Que eles analisassem tudo e me aguardassem,
que em 15 minutos eu voltaria. Deixei-os na cozinhe fiz que tinha saido
pela porta da frente , voltei rapidamente e entrei no quarto , indo me
esconder no guarda roupas que fica de frente para o quarto todo.
Aguardei os cinco minutos quando vejo um deles chegar até a porta. Ele
tomou um susto e quando viu que a Bia estava dormindo, chamou o outro.
Logo os dois estavam dentro do quarto e quase em cima da Bia. Ora eles
abaixavam e olhavam a boceta de Bia de pertinho, ora eles encostavam o
rosto pertinho para cheirar aquele néctar. De repente um deles abaixou
para cheirar a Bia e escorregou se esbarrando nela. Eles levantaram e
correram até a porta mas vendo que ela continuava dormindo, voltaram.
Tiraram os paus para fora e ai eu pude ver o do eletricista, parecia uma
cobra, grande e fino e o do pedreiro era grande , mas a grossura era o
que impressionava com uma cabeçorra vermelha.começaram a bater uma
punheta quando o pedreiro resolveu passar a mão na bunda da Bia. Começou
alisando bem devagarzinho mas vendo que ela não acordava, começou a
descer a mão e passar na bocetinha dela. O outro logo quis também passar
a mão e começou a boliná-la. Meu pau já estava duro como uma pedra e
comecei uma punheta também. Eles então a viraram e nada de ela acordar.
Na virada as pernas se abriram e a boceta ficou toda aberta, com o
grelinho aparecendo. O Pedreiro não agüentou e começou a chupá-lo e a
Bia em estado alcoólico não se deu conta de acordar e começou a gemer .
Os gemido foram aumentando e ela gozando, foi quando o eletricista já
chupando os peitinhos dela, levantou e enfiou o pau na boca da Bia que
começou a chupá-lo , mas como se estivesse dormindo e sonhando. Então o
pedreiro preparou o cacete na entradinha da boceta da Bia e começou a
forçar. Fiquei sem reação pois, achei que deveria impedir, mas como sair
do armário sem me complicar?. Foi quando a Bia acordou de vez e começou
a gritar. Os dois levantaram e começaram a explicar o que tinha
acontecido e que todos os dias tinha-na visto e estavam loucos de
tesão.A bia , já desconfiando que era armação minha, disse que fossem
até a sala e aguardassem. Eles foram imediatamente. Quando ela levantou,
eu saí do armário dando outro susto nela. Acabei de novo tendo que
explicar tudo e ela me disse: - Por isso ontem você não me fez gozar,
não foi?. Eu disse que sim e ela , me falou : - Pois agora eu vou fazer
o que quiser com eles e você vai ter que deixar. Já ia me escondendo de
novo no armário quando ela me chamou e disse: - Você vai ter que contar
para eles que você é corno e que gosta que outros homens comam sua
mulher na sua frente e que você armou isso tudo. E vai contar na minha
frente. Nisso ela me empurrou para sala e quando eu apareci os dois
quase morreram de susto. Me sente e comecei a explicar, quando a Bia
entrou na sala, nua e foi em direção a eles sentando no colo dos dois
que ficaram me olhando. Ela então disse agora conta tudo e a medida que
eu falava ela já com as pernas abertas , começava a beijar cada um deles
na boca que logo nem me ouviam mais. Colocaram a Bia no sofá e quando o
Pedreiro ia enfiar a Bia pediu para ele me falar: - Corninho vai pegar
umas camisinhas para gente fuder sua mulher. Eu fui no quarto e quando
voltei a Bia já estava de quatro chupando o pau do pedreiro como se
fosse um picolé. Com aquela cabeça vermelha ela se deliciava passando a
língua para logo depois enfiar até o fundo da garganta. Quando eu déia
camisinha para o eletricista, ele colocou e enfiou de vez naquela
boceta. A Bia deu um grito de prazer e empinou ainda mais a bunda para
trás. Foderam a Bia de todos os jeitos No cuzinho, na bocetinha, fizeram
uma dupla penetração ( a primeira dela ) , gozavam em sua boquinha e a
cachorra adorava, ficava brincando com a porra acabava engolindo.As
vezes ela me chamava e me dava alguns beijos que eu sentia o gosto da
porra dos caras. Ficavam revezando entre sua boceta e cuzinho para
sempre gozarem em sua boquinha Os peões não acreditavam no que estavam
acontecendo, uma putinha daquela qualidade a disposição dos dois. Foi
quando um deles disse: - O pessoal não vai acreditar nunca na gente. E a
Bia na sua loucura disse : - Vai sim venham aqui e correu para o quarto,
abrindo as cortinas e escancarando as janelas. Eu corri para impedir e
ela falou: - Você não queria me ver fodendo com outros , não armou para
virem até aqui, pois daqui em diante eu vou dar para todos da obra e
você vai ter que olhar. E assim chamou o pedreiro e o eletricista para a
cama. Corri para me esconder na varanda e quando o pessoal da obra viu o
que estava acontecendo, correu todos para frente da janela e foi uma
arruaça só. De repente eu vejo os três me chamando e me mandaram ficar
ao lado da janela para que todos vissem o corno. Acabei ficando pois não
tinha alternativa. Alguns até quiseram vir para o apartamento mas a Bia
chegou na janela nuazinha e disse:- Meus amores de hoje em diante até
terminar a obra eu sou de vocês, mas não me prejudiquem pois eu moro
aqui e não posso ficar mal falada. Só vou andar nua de agora em diante,
para o deleite de vocês e de vez em quando vou ai na obra para
brincarmos um pouco, mas se vocês souberem se comportar, e não ficar
gritando ou tentar vir ao apartamento. Peçam o que quiserem que eu faço
para vocês baterem todo dia uma punhetinha, e me aguardem que eu vou dar
para todos vocês ai. Mas com o meu corninho do lado,: -Não é amor? .
Olhando para mim que acenei com a cabeça. Foi quando ouvi alguém gritar:
-Obrigado Dr. . Olhei e era o peão que tinha falado comigo na entrada da
obra. Não sei porque mas me senti reconfortado e dei com a mão acenando
e recebendo vários acenos em resposta. Assim a Bia conseguiu botar ordem
na casa e acabou cumprindo todas as suas promessas , razão pela qual a
obra atrasou de montão. Mas isso já é uma outra historia.